Reconstruir o Manus com o Manus: o que mudou, o que falhou e como trabalhamos hoje
O cofundador da Manus descreve como as equipas de engenharia, produto e marketing trabalham com agentes, incluindo o que falhou. As pessoas decidem e assumem o resultado; os agentes executam.
O que diz o artigo
Tao Zhang, cofundador da Manus, documenta uma experiência interna da reta final do Manus 2.0: pessoas e agentes a trabalhar lado a lado por defeito. Hoje é comum um engenheiro acompanhar de 10 a 20 pedidos em simultâneo. O agente lê o pedido, encontra o código relevante e propõe uma alteração, enquanto a pessoa dirige, verifica e assume o resultado.
A ferramenta central é o Mono, um ponto de entrada único com um manual escrito para o agente, que cobre todos os repositórios, uma biblioteca de decisões de arquitetura e testes de ponta a ponta. Os agentes fazem a triagem de erros, corrigem-nos e verificam-nos, mas nada é integrado ou publicado sem a aprovação de uma pessoa. Um ciclo totalmente autónomo deixou mais de 200 itens à espera de decisão após um fim de semana, mostrando que a autonomia precisa de um objetivo verificável. O estrangulamento passou para a decisão do que construir, e cerca de metade dos PM já entrega funcionalidades por conta própria. O texto admite ainda atenção fragmentada, informação dispersa e permissões a repensar.
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Resumo escrito pela AnnuIA com suas próprias palavras, com base na página oficial de Manus, filiale de Meta. O conteúdo e os direitos pertencem ao editor: consulte o artigo original.